Se a sua operação ainda depende de arqueação manual para fechar caixas, amarrar fardos ou unitizar cargas sobre paletes, é provável que você esteja perdendo tempo, desperdiçando fita e correndo riscos de avarias no transporte.
A máquina de arquear existe justamente para resolver esses problemas e entender como ela funciona é o primeiro passo para decidir qual modelo melhor se adapta ao seu processo.
Diferente do que se imagina, a escolha da máquina ideal não é definida pela quantidade de arqueações por turno, mas sim pela aplicação — ou seja, como e onde o equipamento será utilizado no seu produto específico.
Tipos de máquina de arquear: a aplicação define o modelo
Antes de escolher o equipamento, é fundamental entender que a categoria da arqueadora é definida pelo cenário de uso, dimensões do produto e necessidade de mobilidade.
Arqueadora manual (portátil)
São ferramentas movidas a bateria que permitem ao operador levar a máquina até a carga.
- Aplicação ideal: situações que exigem mobilidade total, como o uso dentro de caminhões, em pátios ou onde o produto é grande demais para ser deslocado até uma máquina fixa.
- Diferencial: mobilidade e versatilidade para cargas irregulares.
Arqueadora semiautomática de mesa
Nesse caso, o operador posiciona a embalagem na mesa do equipamento e insere a ponta da fita na abertura.
- Aplicação ideal: para operações que lidam com caixas de tamanhos variados. Mesmo que o volume de arqueação seja altíssimo, se o produto exige esse manuseio manual na mesa, a semiautomática é a escolha correta;
- Exemplo real: existem empresas que utilizam várias máquinas semiautomáticas em paralelo porque o produto não se adapta ao arco de uma automática.
Arqueadora com guia (para carga paletizada)
Para unitização de grandes volumes sobre paletes, a aplicação exige uma ergonomia específica.
- Aplicação ideal: especificamente para cargas paletizadas;
- Diferenciais: possui uma guia (lança) que facilita a passagem da fita por baixo da base do palete, garantindo estabilidade máxima.
Arqueadora automática
Projetada para integração total em linhas de produção onde o produto passa por sensores e o ciclo ocorre sem intervenção humana.
- Aplicação ideal: para produtos com dimensões padronizadas que se ajustam ao arco da máquina e linhas integradas a esteiras.
Quando vale a pena automatizar a arqueação?
A automação se paga quando o processo manual gera inconsistência na tensão das fitas, desperdício de insumos ou avarias.
É importante ressaltar que a diferença de preço entre os modelos reflete a tecnologia de aplicação (como a bateria nas portáteis) e não necessariamente o porte ou faturamento da empresa.
Cálculo rápido de retorno sobre o investimento (ROI)
Independentemente do modelo escolhido pela aplicação, a automação reduz o ciclo de arqueação de 30 segundos para cerca de 2 segundos.
A padronização da tensão pode reduzir o desperdício de fita em até 30%, gerando um payback (retorno do investimento) estimado entre 3 a 8 meses.
Como escolher a máquina de arquear ideal para a sua operação?
Para não errar na escolha, foque nestes fatores de aplicação:
- Local de uso: se a máquina precisa de mobilidade (ex: uso em caminhão), a portátil é a única opção;
- Geometria do produto: para tamanhos variados de caixas, a semiautomática de mesa oferece a versatilidade necessária. Para paletes, o modelo com guia é indispensável;
- Fluxo de linha: se o produto permite padronização e passa por esteira, a automática é o caminho.
O suporte técnico do fornecedor é o fator decisivo final. O Grupo Plastitape oferece consultoria completa para garantir que você escolha a máquina pela aplicação correta, garantindo eficiência máxima no seu final de linha.
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